terça-feira, 11 de maio de 2010

Comer nozes reduz colesterol, segundo estudo




da France Presse
Comer nozes ajuda a baixar os níveis de colesterol no sangue, de acordo com um estudo divulgado nesta segunda-feira nos Estados Unidos.

Pessoas que comeram 67 gramas de nozes por dia registraram uma queda de 5,1% da concentração total de colesterol e uma diminuição de 7,4% na lipoproteína colesterol de baixa densidade (LDL-C) -conhecida como colesterol mau- em comparação com pessoas que não comem nozes, indicou o estudo.

As pessoas com altos níveis de triglicerídeos que comeram nozes registraram uma queda de 10,2% nos níveis de lipídios no sangue, concluiu a pesquisa, que analisou informações de 25 testes levados a cabo em sete países, envolvendo 583 homens e mulheres entre 19 e 86 anos com níveis altos ou normais de colesterol.

O estudo foi liderado pela doutora Joan Sebate, da Universidade de Loma Linda, na Califórnia, e publicado nos Archives of Internal Medicine da American Medical Association.

sábado, 28 de novembro de 2009

A dieta dos sentidos


Foi assim que, nos últimos 25 anos, ele coordenou vários estudos sobre a relação entre o olfato e o paladar e o ganho ou a perda de peso. Os trabalhos foram desenvolvidos com sua equipe no Smell & Taste Treatment and Research Foundation, entidade fundada e dirigida por ele e com sede em Chicago, nos EUA. A última pesquisa, concluída há cerca de um ano, foi apresentada na reunião da Sociedade Americana de Endocrinologia. Hirsch pediu a 2.436 pessoas obesas ou com sobrepeso para colocarem em suas refeições uma variedade de compostos aromáticos - condensados em pequenos cristais - criados em seu laboratório. Os sabores dessas substâncias eram de queijo cheddar, cebola, molho ranch, taco, parmesão, cacau, hortelã, banana, morango, malte e amora. Um grupo controle, com 100 pessoas, não usou os compostos.
A explicação de Hirsch para esses resultados estaria na ligação entre os aromas e o centro de saciedade do corpo, localizado no cérebro. "Ao atingirem o bulbo olfativo, as moléculas do cheiro acionam também o hipotálamo, estrutura responsável pela saciedade", argumenta. Portanto, segundo sua teoria, ao aspirarmos algo bastante aromático, acionamos mais rapidamente o sistema que diz ao organismo que não é mais necessário continuar ingerindo alimentos. "Se você passa muito tempo cozinhando um molho para o espaguete, quando vai comê-lo quase sempre já perdeu a vontade porque já sentiu demais o seu cheiro", exemplifica o neurologista. O mesmo processo ocorreria quando, além de cheirosa, a refeição é saborosa. Isso aconteceria porque paladar e olfato estão intimamente associados.
No Brasil, a abordagem de usar o olfato para facilitar a dieta encontra sustentação entre vários especialistas. "O estímulo do aroma é capaz de produzir a liberação de hormônios que interferem no apetite", diz a nutricionista Kelly Fu Chen, do Centro Emex, Nutrição Orientada, em São Paulo. "O resultado é uma saciedade precoce quando o estímulo da refeição começa antes de o garfo chegar à boca", afirma a nutróloga Regina Mestre, do Rio de Janeiro. "Dessa maneira, a sensação aparece antes do que a pessoa está acostumada", completa Daniela Jobst, de São Paulo. Na opinião da nutricionista Patrícia Haiat, do Rio de Janeiro, há ainda outro efeito: "Ervas como manjericão e alecrim possuem óleos essenciais que induzem a reações como controle sobre o apetite e redução da compulsão", diz.
Na rotina de seus consultórios, as especialistas incentivam os pacientes a apostar em refeições ricas em cheiros e sabores. É o que faz, por exemplo, a psicóloga Liz Von Der Maase, 51 anos, de São Paulo. Usar os sentidos é um recurso do qual lança mão até na hora de escolher as frutas que vai levar para casa quando está fazendo compras. "Cheiro, toco no que desejo comprar", conta. Em casa, Liz recorre ao manjericão, alecrim e gengibre, entre outras alternativas, para incrementar os pratos e aumentar o prazer na hora de comer. "Acredito que fazer uma refeição é muito mais do que apenas ingerir os alimentos.
Quando não há opções que estimulem os sentidos, parece que está sempre faltando algo." No Rio de Janeiro, Wesley Faria, 23 anos, era cliente tão assíduo do restaurante Universo Orgânico, onde os pratos são cheios de ervas e temperos, que acabou se tornando gerente do empreendimento. "Os pratos me deixam saciados", diz.
A verdade, porém, é que ainda há muito a ser esclarecido nessa questão. É inegável que saborear uma refeição rica em aromas é muito mais prazeroso. Além disso, há de fato estudos - além dos realizados por Hirsch - indicando uma associação entre olfato e apetite. Um trabalho feito pelo americano John Poothulil, por exemplo, apontou um resultado interessante. Durante um mês, ele orientou sete mulheres a prestar mais atenção ao paladar e olfato no momento de degustar um prato.
Elas também deviam encerrar a refeição assim que o prazer não fosse mais tão significativo. Depois do período da pesquisa e um ano após seu encerramento, todas tinham perdido peso. "Minha hipótese é a de que os seres humanos têm um mecanismo natural que usa o paladar e o olfato para regular a quantidade de comida ingerida", disse o pesquisador à ISTOÉ. "As participantes ingeriram menos alimentos quando encerravam a refeição baseadas na satisfação sensorial."
A armadilha do açúcar
Um outro experimento, realizado na Penn State College of Medicine, nos EUA, sugere que a obesidade gradualmente torna menos sensível o paladar para doces, levando o indivíduo a consumir mais desses alimentos. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores implantaram eletrodos no cérebro de cobaias (ratos) magras e gordas para medir suas reações a vários sabores: salgado, cítrico, aguado e seis diferentes concentrações de açúcar. Eles olharam para a parte do cérebro que processa as informações enviadas pela superfície da língua. "Vimos que os ratos obesos tinham 50% menos neurônios trabalhando quando suas línguas eram expostas ao açúcar, o que sugere que eles são menos sensíveis a esse nutriente, afirmou Andras Hajnal, coordenador do estudo, publicado no "Journal of Neurophysiology".
A resposta aos sabores salgados foi a mesma em magros e gordos. "Concluímos que, se você sente menos o doce, tende a consumi-lo em maior quantidade para poder saboreá-lo mais", disse o pesquisador. "Em vez de comer menos, aumentamos nossa procura pelo paladar. E colocamos mais uma colher de açúcar no café."
O grande problema é que, por outro lado, também existem pesquisas demonstrando que quanto menos capacidade de sentir o cheiro e o sabor da refeição, menor é o ganho de peso. Isso porque a falta destes atrativos funcionaria como um fator de rejeição aos alimentos. Uma pesquisa divulgada na edição de abril do "Journal of Supportive Oncology", por exemplo, provou que o câncer e seus tratamentos podem prejudicar o olfato e o paladar. Isso, segundo os estudiosos, levaria os pacientes a adotar uma alimentação de qualidade ruim, podendo gerar inclusive uma subnutrição.

Fotos: Daniela Dacorso; Marco Pinto / Ag.istoé

sábado, 17 de outubro de 2009

Mais uma novidade, aproveitem!


Olá! Pessoal,


No Final de Outubro, mais preciso dia 28, Leblon ganhará esta novidade, Cris Ayres e Flávia Manahú acabam de fechar parceria para tratamentos personalizados.

A Terapeuta Cris Ayres, chega ao Rio de Janeiro, trazendo tratamentos exclusivos na área de estética natural e beleza. Este método desenvolvido por ela, é o carro chefe de seus tratamentos.

Método:
O que faz ser um diferencial, é a redução de medidas e gordura localizada, que permite a redução em 100 cm de circunferência entre abdômen e coxas. Mas lembramos o metabolismo da pessoa conta para o sucesso!

“Minhas pesquisas valeram uma “formulação especial e secreta”, que permite reduzir e muito as medidas corporais. Na formulação são somente usados produtos naturais, com base de óleos, frutas, flores e claro muita erva”, e também um cuidado especial com a alimentação pré e pós aplicação”.
Cris Ayres.

Outra novidade é a Drenagem Linfática com metodologia da Índia, este tratamento respeita a individualidade de cada organismo além de ter o óleo e creme manipulados, exclusivamente para o paciente na hora do atendimento. Os cremes podem ser diferentes a cada aplicação! “personalíssimo”.

Chame a personal ayurveda
Com a máxima de “ser bela é ser por inteiro”, a milenar cultura hindu propõe o equilíbrio físico e mental como um todo, respeitando o princípio básico da individualidade. Para tanto, reúne um mix de recursos que se complementam, como rejuvenescimento facial e corporal, prevenção do envelhecimento, redução de toxinas e gorduras, estética facial e corporal, além de nutrição.
Ao mesmo tempo em que Cris Ayres, chega com estas novidades, vem trazendo em sua bagagem os tratamentos de Ayurveda Clássica, como massagens diversas, alimentação, terapias quânticas que pedem um cardápio especial.

Sobre Cris Ayres:
Pesquisadora em Física Quântica desde 1994 e Ayurveda desde 2002
Especializou-se em diversos cursos como: Terapia Ayurveda completa, incluindo diagnósticos, nutrição, fitoterapia, massagem, estudo de átomos dentre outras áreas com: Vasant Lad, Dr. Avinash Lele (Vice-Presidente da Academia Internacional de Ayurveda, Pune – Índia) ]e Bharathi Lele (Diretora da Academia Internacional de Ayurveda, Pune – Índia). Curso de Fitoterapia Ayurveda com os médicos Dr. Mukesh N. Auropremi BSAM. MD.Ayur e Dra. Smt. Geeta. M. Auropremi BSA. MD.
Instituto Brasileiro de Terapias Ayurveda, Senac, - Ayurveda
Instituto Gandhi (Índia) – USP (CEPEUSP) – Drenagem Linfática
Membro da ABRA – Associação Brasileira de Ayurveda
Especialização e pesquisas avançadas em rejuvenescimento e estética dentro do Ayurveda

Com base nos estudos de Física, dedica-se ao estudo de Abordagem Quântica e Saúde Integral do Ser com Harbans Lal Arora Ph.D em Física Quântica. pela Universidade de Waterloo, Canadá e Pós-doutor pela KERNFORSCHUNGSANALAGE, Alemanha,

Cura Prânica pelo Institute for Inner Studies, Inc.


sábado, 10 de outubro de 2009

Grávidas podem comer alimentos light durante a gestação?


Depende. A grávida pode substituir produtos convencionais por aqueles com redução de gordura. Por exemplo: em vez de comprar um requeijão tradicional, opte pela versão feita com leite desnatado. Mas, na hora de trocar o açúcar, todo cuidado é pouco. “Aspartame, substância comum em alimentos light, como refrigerantes, está proibido”, diz a ginecologista Carolina Ambrogini. Segundo a médica, há relatos de que esse componente pode ultrapassar a barreira placentária e interferir no desenvolvimento neurológico do bebê. Portanto, preste atenção no rótulo e prefira adoçantes à base de frutose, sucralose ou stévia, que não são absorvidos pelo organismo.


Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI2790-10563,00-GRAVIDAS+PODEM+COMER+ALIMENTOS+LIGHT+DURANTE+A+GESTACAO.html – 09/10/09

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Dieta mediterrânea ajuda a prevenir depressão, diz estudo


Azeitonas são ingredientes da dieta mediterrânea


A dieta mediterrânea - que, acredita-se, protege contra doenças cardíacas e o câncer - pode ajudar também a prevenir a depressão, indica um estudo feito por pesquisadores espanhóis.
A dieta se baseia em alimentos que tradicionalmente são consumidos nas cidades às margens do Mar Mediterrâneo, daí o seu nome. Ela inclui grãos integrais, hortaliças, oleaginosas, azeitonas, azeite de oliva extra virgem e menos carnes vermelhas, que são substituídas pelo consumo de peixe.
Os cientistas espanhóis constataram na pesquisa que pessoas que seguem essa dieta têm 30% menos chances de desenvolver depressão.
A equipe, das Universidades de Las Palmas e Navarra, monitorou 10.094 adultos saudáveis durante quatro anos e publicou seu estudo na revista científica Journal of the American Medical Association.

Padrões Alimentares
A equipe recrutou estudantes universitários e pediu que eles preenchessem questionários com informações sobre seus hábitos alimentares.
Com base nas informações, os pesquisadores calcularam a adesão dos participantes à dieta mediterrânea durante um período de, em média, 4,5 anos.
Os que apresentaram maiores índices de adesão à dieta tendiam a ser homens, ex-fumantes, casados e mais velhos.
Eles também eram mais ativos fisicamente e apresentavam um consumo total de energia mais elevado.
Os pesquisadores identificaram 480 novos casos de depressão durante o período em que monitoraram os participantes - 156 nos homens e 324 nas mulheres.
O estudo concluiu que os que apresentavam maior adesão à dieta tinham 30% menos probabilidade de ter depressão.
O estado civil, o número de filhos e outros indicadores associados a estilos de vida saudáveis também foram considerados pelos pesquisadores ao se calcular a probabilidade de desenvolver a desordem.


Mais Pesquisas

O pesquisador Miguel Martinez-Gonzalez, da Universidade de Navarra, disse que os resultados terão de ser confirmados em estudos mais longos e com mais participantes, mas acrescentou que o atual estudo encontrou uma forte associação inversa entre a dieta mediterrânea e depressão.
"Trinta por cento é uma redução grande no risco e isso poderia ser muito importante considerando-se quão sérias são as consequências de uma depressão."
Gonzalez disse ainda que é provável que a dieta de maneira geral seja mais importante do que o efeito de componentes individuais.
A psicóloga clínica Cecilia D'Felice disse que há cada vez mais evidências de que a dieta é importante no tratamento da depressão.
Ela disse: "O que nós sabemos é que uma dieta rica em azeite de oliva aumenta a quantidade disponível de serotonina".
"A maioria dos antidepressivos trabalha para manter mais serotonina no cérebro."

 

Dieta mediterrânea




  • Rica em ácidos graxos monosaturados como o azeite de oliva





  • Consumo moderado de álcool e laticínios





  • Baixo consumo de carne vermelha





  • Alto consumo de legumes, verduras, frutas, castanhas, cereais e peixe.





  • Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2009/10/091006_dietamediterranea_depressao_mv.shtml

    terça-feira, 6 de outubro de 2009

    Yukata Japonês




    èYukata (浴衣) é uma vestimenta japonesa tipicamente usada no verão do Japão. Mas saibam que é perfeito para se usar aqui no Brasil, principalmente no Rio de Janeiro. E por aqui temos o privilégio de usar o ano todo. Como algumas pessoas sabem, morei no Japão por um ano, há 20 anos atrás 1990/91, e este foi um costume que trouxe de lá, e faço uso até hoje. No Japão, pessoas usando yukatas são vistas nos festivais japoneses e nos festivais de fogos de artifícios (hanabi) e outros eventos tradicionais de verão. É uma forma casual de quimono e é frequentemente usado após o banho em hotéis tradicionais chamados de ryokans, e em onsens (estação de águas termais geralmente vulcânicas, ricas em enxofre, faz muito bem para pele). A palavra yukata significa literalmente roupa de banho. É uma roupa que se usa tanto para sair do banho, quanto para sair na rua, super prática, e chique. Foi aí que me veio a idéia de fazer um "repaginado" e adaptado para usarmos aqui. É claro, que como uma boa carioca, dei uma encurtada, coloquei cores mais alegres, e nada melhor que uma boa legging para acompanhá-lo. Mas se for sair do banho, não precisa de legging né? Basta curti-lo em casa, sozinha ou acompanhada. Garanto que irá se apaixonar assim como eu. Você poderá encontrar estes maravilhosos yukatas, com estampas exclusivas, e também em seda importada aqui no ateliê Leblon.

    èObi (): Não podia deixar de falar deste acessório, que na verdade é a faixa, ou cinto (como preferir) que usamos para fechar o quimono ou yukata. Acredita-se que é usado para proteger nosso chakra de energias negativas, e ainda nos mantém com uma bela postura, atraindo assim bons fluídos. Na cultura japonesa, é usado de diversas maneiras dependendo da ocasião, e mais sofisticados quando usados por mulheres. Enquanto numa gueixa o obi é amarrado atrás, nas costas, numa prostituta é atado à frente, sendo que a sua posição varia conforme o estado social da mulher que o usa. Esta regra não vale para o nós, ok?



    quarta-feira, 30 de setembro de 2009

    Assista

    Na verdade gravei esta matéria para o programa super bonita GNT, ano passado. É um vídeo bem legal para matar a curiosidade de saber como se faz sabonete artesanal. Esta maneira é a que mais usamos para fabricação de sabonetes, mas existem outras, inclusive uma bem interessante que é o sabonete artesanal curado. Que é feito como na antiguidade, onde se misturam as gorduras (vegetais), os óleos essenciais, colocamos na forma e deixando curar por 30 dias, comparo sempre este processo, com a fabricação de queijo Suíço. Aproveitem e soltem o seu lado alquímico, ou até mesmo a "bruxinha" que existe dentro de você e faça o seu banho não só para lavar o seu o corpo físico mas a alma também. Experimente!