quarta-feira, 27 de abril de 2011

Primeiro capitulo da minha viagem...

Viajar para o mesmo lugar tem vantagens muito prazerosas, exemplo disso as cidades de Paris, Nova York, e a nossa Buenos Aires querida, deixa isso bem claro...  E o melhor de tudo é que não temos aquela "pressão" de conhecer tudo e todos por um curtíssimo espaço de tempo...  Ufa!  Ainda bem, pois com isso nos sobra um tempo para curtir, observar, apreciar, conhecer restaurantes, lugares, e pessoas com mais calma.


E observando desta forma percebi que o frances repete roupas e sapatos, e os usam até acabar... Um dos motivos é a falta de espaço nos armários, mas vale lembrar que a "sobra" e de estilo.

sábado, 9 de abril de 2011

Saiba os benefícios da fotoproteção em cosméticos de maquiagem

Saiba os benefícios da fotoproteção em cosméticos de maquiagem

Especialista em fotoproteção diz que é necessário distinguir maquiagem com filtro solar de protetores em base tonalizante
O Sol é uma fonte de inúmeros benefícios para a saúde humana, como a síntese da vitamina D, além de ter uma comprovada ação antidepressiva. Entretanto, o reconhecimento de que a exposição aos raios ultravioletas traz danos à pele, podendo ocasionar fotoenvelhecimento e, até mesmo, câncer de pele, tem influenciado no aumento do uso de produtos com filtro solar na formulação, hábito recomendado pelos dermatologistas.

Apesar de muito se falar em fotoproteção, entretanto, o assunto ainda gera dúvidas, principalmente quando o tema é maquiagem. Será que estes cosméticos realmente têm o poder de conferir uma barreira de proteção à pele? Como combinar o uso de itens de make-up com anti-idade?

De acordo com do Dr. Sérgio Schalka, Mestre em Dermatologia, especialista em fotoproteção, é necessário distinguir maquiagem com filtro solar de protetores em base tonalizante. “As maquiagens com FPS costumam ter um fator menor e tem como primeiro objetivo maquiar. Hoje, há pós-compactos destinados ao tratamento dermatológico que podem dar maior cobertura nas faixas UVA e UVB, além da proteção na faixa da luz visível, que é um dos temas mais relevantes no momento”.

Os benefícios da base protetora com tonalizante
O especialista relata ainda que os protetores solares em forma de base, tintos ou coloridos, são cosméticos que, além da sua característica normal, têm na formulação pigmentos capazes de oferecer um benefício cosmético ao paciente e, ao mesmo tempo, aumentar a proteção, principalmente, na faixa do radio UVA longo e da luz visível, “que, hoje, sabemos interferem no processo de pigmentação, como no melasma e na hipercromia pós-inflamatória”. A tecnologia aplicada nestes cosméticos vai além de oferecer coloração à maquiagem, porque os pigmentos da formulação também oferecem proteção.

Schalka conta que a cor destas substâncias é visível e reflete a luz visível, “possibilitando uma proteção adicional que o protetor solar transparente não oferece”. Com esta característica em sua fórmula pode-se afirmar que os protetores tonalizantes definitivamente vieram para ficar, principalmente no tratamento e prevenção das manchas de pele.

Fotoprotetores com filtros físicos
Para intensificar os cuidados com a fotoproteção,  é importante saber que os filtros físicos usados na formulação de protetores são partículas minerais que agem por reflexão e dispersão  da radiação UV e luz visível. Eles podem estar associados a filtros orgânicos (químicos) ou não na composição dos produtos tópicos.

“Os fotoprotetores só com filtros físicos são habitualmente destinados a crianças pequenas e a pacientes alérgicos ou com pele intolerante, pelo fato dos filtros físicos não promoverem a sensibilização cutânea. A sua principal desvantagem, entretanto, é que na forma não-micronizada (como a substância é encontrada na natureza), ele tem coloração branca e, por isso, é pouco aceito pelos usuários, pois deixa a pele esbranquiçada”, descreve o dermatologista.

Na opinião do especialista em fotoproteção, a necessidade de aplicar um filtro solar, mesmo quando se usa maquiagem ou um creme hidratante ou anti-idade com FPS, vai depender do nível de proteção UVB e UVA que se quer alcançar, uma vez que o tom de pele não interfere. “Se for um FPS adequado, no mínimo 30 que é o recomendado, adicionado à formulação do cosmético não há necessidade de aplicação do protetor solarem conjunto”, diz.

Quando a questão é combater o envelhecimento, cuidados adicionais devem ser tomados ao expor-se ao sol, tais como: o uso de chapéu, guarda-sol, óculos escuros, e evitar a exposição em horários em que os raios UV são mais intensos, entre 10h e 16h. Os danos causados pela exposição solar excessiva têm efeito cumulativo e, portanto, cuidados relativos à fotoproteção devem ser praticados desde a infância. E, vale lembrar sempre: essa deve ser uma preocupação para homens e mulheres.


quinta-feira, 7 de abril de 2011

Curiosidades do MESTRE GOULART para MADAME MANAHÚ

Madame Manahu: Tapas, também chamadas de pinchos, são petiscos ou pequenos pratos inventados na Andaluzia, no século 19, para acompanhar o xerez. A partir do costume dos garçons de tampar o copo com um pires, ou tapa(tampa), por causa das moscas, começou-se a servir, nesse pires, pedaços de queijo ou azeitonas para acompanhar a bebida. As tapas de antigamente eram grátis, mas hoje são cobradas. Há uma grande variedade de tapas, desde carnes frias e queijos até caprichados pratos quentes de peixe, carne e verduras.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Realçando o olhar!!!

Estojo para sobrancelhas CLARINS
Acho que já devo ter postado para vocês, sobre a minha paixão por cosméticos, adoro buscar bons produtos, e porque não?   Com um mercado cheio de novidades, e porcarias também...   Cosmético é coisa séria!!!  Fiquem de olho!  Mas pode deixar que só vou postar o que é bom...  E para começarmos, a CLARINS está lançando este estojo para maquiar as sobrancelhas, bom, não preciso falar mais nada, pois a foto já diz tudo!

sexta-feira, 11 de março de 2011

Pesquisa israelense revela que salmão ajuda a combater Mal de Alzheimer

RIO - Uma pesquisa israelense confirmou que comer peixes como salmão, ricos em Ômega 3, reduz os efeitos negativos do Mal de Alzheimer. O vilão dessa moléstia é um gene denominado APOE4, que está presente em metade dos portadores de Alzheimer e em 15% da população em geral.

Experimentos realizados com camundongos pelo professor Daniel Machelson, da Universidade de Tel Aviv, mostraram que a ingestão de alimentos ricos em Ômega 3 e baixos teores de colesterol reduziram significamente os efeitos negativos do gene.  

O APOE é encontrado em todos os seres humanos e se apresenta em duas formas: um gene APOE 'bom' e um gene APOE 'ruim', ou APOE4.

- Condições externas que são geralmente consideradas boas podem ser prejudiciais se o rato for um portador do gene APOE4. Extrapolando esta experiência para a população humana, podemos dizer que os indivíduos com o gene APOE4 'ruins' são mais suscetíveis ao estresse causado por um ambiente que estimule o seu cérebro - diz Michaelson.

Expandindo sua pesquisa, Michaelson verificou que uma dieta rica em óleos de peixes com Ômega 3 neutraliza os efeitos nocivos do APOE4.


Fonte:http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2011/02/28/pesquisa-israelense-revela-que-salmao-ajuda-a-combater-mal-de-alzheimer/


Mel pode ser nova arma contra bactérias resistentes

Mais benefícios do mel, hummm!
Substância achada no alimento e batizada de "defensin 1" combate infecções que não respondem a antibióticos, dizem cientistas

IARA BIDERMAN
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Cientistas da Universidade de Amsterdã não apenas comprovaram a ação antibacteriana do mel como mostraram que ele pode neutralizar bactérias resistentes a antibióticos, como Staphylococcus aureus e E. coli.

Os pesquisadores também deram um passo além na busca de novas formas de prevenir e tratar infecções ao descobrir qual é a substância do mel que tem essa ação.

Batizada com o sugestivo nome de defensin-1, trata-se de uma proteína presente no organismo das abelhas, por elas acrescentada ao mel.

"É importante encontrarmos produtos naturais que desativam bactérias. Eles não têm a toxicidade dos medicamentos e podem ser usados em quantidades maiores", diz o infectologista Marcos Boulos, da Faculdade de Medicina da USP.

O uso popular do mel para tratar sintomas como dor de garganta mostra que ele tem alguma eficácia, segundo Boulos. Porém, o mel "in natura" não oferece garantia de controle da infecção.
"Além da questão da qualidade do mel, não sabemos se a substância ativa foi ingerida em concentração suficiente. A vantagem da pesquisa foi isolar a substância, o que pode levar ao desenvolvimento de produtos eficazes para cura e prevenção de infecções", diz o médico.

Segundo o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni, o mel é um nutriente de alto valor energético, que pode ajudar o sistema imunológico, mas o uso contra infecções ainda tem que ser muito estudado.

Durval Ribas, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia, diz que há alguns estudos mostrando a ação anti-inflamatória e bactericida do mel em infecções de pele. "Mas ainda não podemos confirmar o uso médico", acrescenta.

Para os autores da pesquisa, publicada no jornal da Federação das Sociedades Americanas para Biologia Experimental, o mecanismo de ação foi esclarecido.

Eles afirmam que tanto o mel quanto a substância antibacteriana isolada (a defensin 1) têm alto valor na prevenção e no tratamento de infecções por bactérias resistentes a antibióticos.

Pimenta: alívio ardido para as dores

A substância que lhe dá o sabor picante ameniza as sensações dolorosas e ainda contribui para queimar os quilos a mais. Fique por dentro de notícias ardentes da ciência
por Lúcia Nascimento
Degustar um prato apimentado deflagra reações no organismo que vão muito além daquela ardência na língua. Esse incêndio todo é obra de uma substância encontrada na malagueta, na cumari, na dedo-de-moça e em outras tantas pimentas: a capsaicina. Em contato com membranas da boca, do nariz e da garganta, ela desencadeia um sinal de dor transmitido de célula a célula até chegar lá em cima, na massa cinzenta. “É a mesma mensagem enviada em casos de queimadura por fogo”, afirma Rita de Cássia Pereira Alves, pesquisadora da Embrapa Agroindústria Tropical, em Fortaleza, no Ceará. O cérebro, aflito, reage produzindo endorfinas — compostos similares à morfina, que eliminam a sensação dolorosa.

Em outras palavras, a pimenta é uma contradição em forma de fruta (sim, ela é fruta): arde, mas ao mesmo tempo alivia dores. Cientistas da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, levaram a pequena incendiária da cozinha para o laboratório e comprovaram sua dupla faceta. Eles isolaram a capsaicina e a associaram a um derivado de lidocaína, um anestésico local usado para operações dentárias e para apagar inflamações. O preparado conseguiu silenciar os neurônios sensíveis à dor. “A capsaicina bloqueia apenas a condução do impulso dolorido. Já os analgésicos tradicionais barram os estímulos de todos os neurônios sensoriais, afetando sentidos como o tato”, explica a farmacêutica Isabela Guerreiro, do Rio de Janeiro.

Além de mitigar dores, a ardência do tempero acelera os batimentos cardíacos, aumenta a produção de suor e de saliva. Em suma, faz o corpo queimar mais energia, sobretudo aquela armazenada na forma de gordura. Esse mérito não cabe somente à capsaicina, mas também à dihidrocapsaicina, que, diga-se, é menos ardida do que sua prima. Prova disso veio da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, também nos Estados Unidos. Ali, um grupo de pesquisadores analisou 33 homens e mulheres obesos: parte deles recebeu placebo e outra parte uma dose de dihidrocapsaicina. Os resultados mostraram que a substância ajudou a torrar entre 100 e 200 calorias extras por dia.

A pimenta também possui propriedades vasodilatadoras, ou seja, ela aumenta o calibre de nossos vasos. Esse efeito dá aquela mãozinha para a circulação sanguínea, melhorando a irrigação inclusive dos órgãos genitais — daí sua fama de afrodisíaca. “Além disso, ela contém poucas calorias e é fonte de vitaminas A, C e do complexo B”, lembra a nutricionista Camila Leonel Mendes de Abreu, da equipe de nutrição do Centro de Atendimento e Apoio ao Adolescente da Universidade Federal de São Paulo.

A vitamina A é famosa por preservar a saúde dos olhos. Já a C, um dos antioxidantes mais badalados, entra na produção de anticorpos. Finalmente, o time do complexo B, que inclui substâncias que evitam a malformação fetal. Para tirar proveito de todos esses benefícios, a sugestão é apostar nas pimentas vermelhas. “Elas possuem maior valor nutricional do que as verdes”, diz Camila.

O único senão para o consumo do condimento vai para as pessoas que sofrem de gastrite. Para esses indivíduos, o conselho é evitar exageros, porque as pimentas financiam a produção de ácido clorídrico, o que pode incendiar ainda mais o cenário estomacal. E, para aqueles que não deixam uma pimentinha de lado, um recado: a capsaicina não é solúvel em água, somente em óleo. Então pouco adianta entornar copos e mais copos do líquido para aplacar a queimação. Nessas horas, prefira alimentos com pitadas de gordura na composição, como um gole de leite, para obter algum alívio.

Um trabalho da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, mostra que, ao sinal de ferimento, o corpo libera uma substância semelhante à capsaicina, a responsável pela ardência de pimentas como a malagueta.
Um histórico ardido
Há mais de 2 500 anos as pimentas servem à medicina e à culinária. Até a Idade Média, elas eram usadas como condimento para conservar e realçar sabores — ou esconder o azedo da comida estragada. Por séculos, a pimenta-do-reino foi a única conhecida dos povos da Europa, que a traziam da Índia. Apenas em sua segunda viagem à atual América Latina, no século 15, Cristóvão Colombo (1451-1506) encontrou outro tempero picante: as pimentas do gênero Capsicum, que incluem a malagueta e a habanero. Ele levou a descoberta para a Espanha e em cerca de 50 anos sua ardência se espalhou pelo mundo.

Um quê de realeza
A pimenta-do-reino vem da parreira Piper nigrum, originária da Índia. Nos tempos das grandes navegações do século 15, portugueses e espanhóis saíram de seu país em busca de temperos como ela, que era uma das especiarias mais valorizadas à época. “Essa pimenta foi muito usada pelo reino de Portugal, daí o seu nome”, conta a nutricionista Elenise Corbari, do Rio Grande do Sul. Hoje seus principais produtores são Índia, Brasil, Indonésia e Malásia. Diz a lenda que ela pode grudar nas paredes do estômago e do intestino, causando inflamação. “Mas não há comprovação científica”, garante Elenise.
Tipinhos apimentados
O gênero de pimentas Capsicum, que tem como princípio ativo a capsaicina, possui muitos exemplares.
Pimenta-de-cheiro
Frequente na cozinha nordestina, seu grau de ardência varia de leve a muito picante, mas o que mais atrai nessa pimenta é o aroma forte. Pode ser usada em saladas e combina com peixes e carnes.
Dedo-de-moça
É picante, porém menos ardida do que parentes como a malagueta. Acompanha bem carnes, peixes e molho de tomate. Pode ser usada em pratos adocicados, como arroz-doce e chutney (veja a receita na próxima página).
Habanero
Considerada a mais poderosa entre as pimentas por ser a que mais queima calorias. Nasceu no Caribe e no norte do México e é ideal para quem já é, digamos, iniciado. É usada principalmente em molhos, bem diluída.
Murupi
Representante da Região Norte do Brasil, é uma das pimentas com maior teor de ardência do país. Tradicionalmente usada no pato ao tucupi, também serve para a preparação de molhos e conservas.
Malagueta
Uma das mais picantes, é conhecida como piri-piri em Portugal e Moçambique. É rica em licopeno, fitoquímico que dá cor vermelha aos vegetais e é um aliado contra o câncer de próstata. Vai bem com feijoadas e pratos da culinária baiana.
Biquinho
Tem a forma de pingo e é a mais suave de todas. Por anos foi usada como planta ornamental e só recentemente chegou às cozinhas. É uma boa pedida em saladas, pratos vegetarianos e até como tira-gosto.
Cumari
Pra lá de picante, é encontrada apenas no Brasil. De acordo com pesquisas nacionais, é uma das mais ricas em antioxidantes. Usada em conservas, é ideal para molhos, cozidos e marinados.



Produção: Inah Ramos - Pepper - Sacolão Higienópolis / Produção culinária: Silvia Marques. 
Fontes: Camila Leonel Mendes de Abreu, nutricionista da equipe de nutrição do Centro de Atendimento de Apoio ao Adolescente da Universidade Federal de São Paulo; e Luciene Mendonça da Costa, pesquisadora da área de ciências ambientais da Universidade Comunitária Regional de Chapecó, no interior de Santa Catarina.

Chutney de pimenta
Seu sabor é agridoce e serve de acompanhamento para carnes. Ele também pode ser servido com pães, como um antepasto, ou usado como tempero em outros preparos. A receita é do chef Renato Caleffi, do Le Manjue Bistrô, em São Paulo

Ingredientes
• 1 xícara de chá de pimenta dedo-de-moça (cortar ao meio, tirar as sementes e depois dividir em quatro partes)
• 5 colheres de sopa de azeite
• 2 canelas em pau
• 5 cravos
• 3 sementes de cardamomo
• 1 colher de chá de cominho em grãos
• 2 cebolas cortadas em tiras finas
• 5 colheres de sopa de vinagre
• 5 colheres de açúcar mascavo
• 1 colher de chá de páprica doce
• 1 colher de chá de gengibre ralado

Modo de preparo
Escalde as pimentas com água fervente e deixe escorrer. Coloque o azeite em uma panela alta e, ao esquentar, adicione as especiarias (canela, cravo, cardamomo, cominho). Em seguida acrescente as pimentas e as cebolas. Coloque o vinagre e o açúcar mascavo. Adicione a páprica doce e o gengibre. Deixe apurar em fogo lento por pelo menos uma hora. Se precisar corrigir o açúcar e a cor, adicione um pouco mais de açúcar mascavo.